Resenha - Óleo Precioso Multibenefícios Nativa Spa Rosé de O Boticário

Hoje é dia de resenha e vamos falar da nova linha Nativa Spa Rose, que é uma das novidades dos últimos tempos de O Boticário.
Quando eu vi o lançamento eu fiquei mega curiosa, já que a linha é super completa e possui produtos voltados especificamente para os cabelos, como shampoo, condicionador e máscara, e produtos para corpo, como hidratantes, body splash e sabonetes.
Um produto em especial me chamou a atenção, já que ele é multibenefícios e atende aos cuidados tanto do corpo quanto dos cabelos. Ele é o Óleo Precioso Multibenefícios Nativa Spa Rosé.

Fiquei mega curiosa com as promessas e os benefícios que esse oleozinho tem e comprei pra testar e resenhar por aqui.

Apresentando - Óleo Precioso Multibenefícios Rosé de O Boticário

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Esse óleo tem como base da sua fórmula os óleos de abacate, girassol, argan, amendôas e claro, o carro chefe que é o óleo de rosa mosqueta, um excelente cicatrizante natural que eu já amo há tempos e já falei dele por aqui. Além do blend de todos esses óleos, a fórmula também é enriquecida com ácido linoleico, omêga-6, o que torna ele um protetor da barreira cutânea, e por fim as gotas nutritivas de quinoa, ou seja, uma baita fórmula, né?
Bom, toda essa fórmula promete reduzir linhas de expressão, uma hidratação super potente e a recuperação e proteção da pele exposta aos danos diários.

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A fórmula é indicada para ser usada no rosto, no corpo e nos cabelos e aqui vai a minha opinião sobre o desempenho dela.
No rosto eu amei! De verdade, o óleo é super leve, nada melecado e, apesar de não ter encontrado nenhuma informação sobre essa característica, eu achei ele bem parecido com aquelas fórmulas de óleos secos, sabe? Ele some na pele, seca super rápido, mas deixa um toque bem macio e hidratado.
Outra coisa que eu notei e preciso comentar é que ele acalma a vermelhidão da minha pele (eu tenho rosácea), mas é muito importante pra quem também tem rosácea entender que ele não acalma a pele em si, ainda sinto arder e queimar quando dá uma crise, mas sinto que depois que eu passo ele, a vermelhidão dá uma controlada, mesmo no dia a dia, sem crise.

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Nos cabelos devo confessar que só notei um pouco de brilho extra, mas nada muito impressionante. Outros óleos fazem o mesmo papel. Também não notei controle de frizz e nem uma maciez extra. Não tenho usado ele no cabelo, já que não notei grandes benefícios.

No corpo, eles recomendam a aplicação em áreas mais ressecadas e ásperas, como cotovelos e joelhos, mas como ele tem esse toque mais seco que eu citei, também não vejo um efeito mega hidratante. Prefiro besuntar essas áreas com um hidratante bem emoliente.

Para finalizar, vamos ao perfume dele.
Eu achei que ele teria cheiro de rosas. Não tem exatamente cheiro de rosas, mas ele é bem floral. Eu acho que o cheiro de rosas é um pouco mais suave e fresco.
Ele tem um perfume bem gostoso, bem rico, bem agradável. De verdade, o cheiro é bem bom, porém ele é bem intenso também, e aí é que entra a coisa mais curiosa de todas: como eu fiquei confusa com relação ao perfume dele!
Como eu sou chata com cheiros fortes e perfumes intensos, eu pensei: putz, o cheiro é gostoso demais, pena que ele é tão forte, vou passar esse óleo no rosto e vai me atacar a dor de cabeça na hora! Pois é, mas essa intensidade morre muito rápido e o cheiro fica bem mais suave depois que você aplica no rosto. Acho que isso se deve ao fato de o produto estar muito concentrado na embalagem e isso deixa o perfume mais forte e intenso mesmo.

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Ah, o dosador apesar de ser esse simples, só com a tampinha com um buraco, é bem controlado e não deixa o óleo escorrer facilmente. Ao mesmo tempo, pelo óleo ser bem fluido, ele sai fácil sem precisar ficar batendo a embalagem para o óleo sair, ou seja, o óleo sai mas sem desperdício. Deve ser porque o dosador é emborrachado. Sei lá qual é a mágica.

O Óleo Precioso Multibenefícios Nativa Spa de O Boticário é vendido nas lojas físicas e online da marca e custa cerca de R$ 62,90 e vem com 50 ml.

Resumindo tudo: eu amei como um óleo facial! Não gasto ele no cabelo e nem no resto do corpo, já que não senti muitos efeitos, mas no rosto eu amei! Tem toda essa questão do cheiro também que me deixou um pouco confusa e eu achei que ia dar ruim, mas no final das contas é super positivo e o cheirinho é de fato bem gostoso! Se você está procurando um óleo facial bem nutritivo e cheio de benefícios naturais com uma textura bem leve e fluída, eu super recomendo ele. A embalagem é linda, de vidro, com essa tampa rosé fosca e pode ser uma excelente opção de presente para os dias das mães.

Até sexta-feira pessoal.
Beijos de rosas para vocês!

Prazer ou Culpa? Me Joguei e Gostei!

Hoje eu vim contar pra vocês sobre o meu guilty pleasure como uma quarentener quase perdendo a sanidade.
Nessa quarentena já enlouqueci de diversas formas! Mesmo tentando muito me manter sã e seguindo uma rotina de estudos, trabalho, afazeres domésticos, alongamentos, pilates e forno e fogão, eu já perdi a sanidade em alguns momentos.

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Sim, eu volto ao meu estado normal depois de um tempo (não que o meu normal seja muito normal, hehehehe), mas o fato é que muitas vezes ao longo desses dias eu senti a necessidade de sair dessa bolha do corona e política que a gente se enfiou e por isso eu resolvi me alienar por alguns dias e resolvi voltar a fazer algo que eu não fazia há uns 15 anos, mas vocês não podem contar pra ninguém, ok?

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Com todo esse barulho que essa edição do Big Brother Brasil fez na internet e uma proposta um pouco diferente do formato tradicional, eu resolvi dar uma chance e me alienar exatamente aí. Resolvi me alienar exatamente no programa que eu mais criticava.

Ok, eu devo assumir que eu detesto o formato do Big Brother, mas a Globo acertou demais com esses participantes e com o Tiago Leifert que, na minha opinião, superou o comando da atração e mandou bem demais.

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O Tiago Leifert faz muita diferença pra fluidez e leveza do programa. Eu ainda não tinha assistido nenhuma edição sob o comando dele, mas essa eu achei mara viu! Envolvimento perfeito com o jogo e com os jogadores.

O melhor para mim foi ver a força das mulheres dentro do programa. Foram várias lutas e forças femininas nessa edição e eu gostei muito da coerência de eliminação e também da resposta do público, apesar de isso ter deixado o jogo um pouco óbvio, mas foi tudo muito legal no fim das contas.

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Na verdade o que eu mais amei foi o trio da final, as pessoas certas: Manu Gavassi, Rafa Kalimann e Thelminha Assis. Um trio de mulheres muito especiais, com personalidades e estilos tão diferentes, mas apegadas a valores e conceitos de vida muito parecidos e alinhados.
Eu já conhecia a Manu e a Rafa pela internet, já acompanhei alguns trabalhos delas, mas nada muito aprofundado e foi uma surpresa ver a postura delas no programa. Já a Thelminha foi além de uma surpresa, uma paixão desde o dia 01. Ela representou tanta coisa ali dentro. Foi de fato muito importante sua participação.

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Tem uma coisa que o Tiago Leifert disse em um dos seus últimos discursos que define muito a minha torcida por essas três mulheres, mas que eu já tinha notado há muito tempo: entre elas, não houve aquele clichê de competição feminina, muito pelo contrário, eu consegui observar muito apoio, empatia e alegria pelas conquistas alheias, e isso foi legal demais, porque é tão incrível destruir esses clichês e padrões impostos, né?

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Aqui a alegria vai ser com a vitória de qualquer uma delas, todas merecedoras. Eu Juro!
No melhor estilo Big Brother e pra ninguém dizer que eu fico em cima do muro, vou usar esse blog como confessionário pra dizer que por questões de afinidades (brincadeira, é por motivos de risadas mesmo), eu tenho uma leve, bem leve mesmo, preferência pela Manu e eu usei o critério de que ela foi a participante que mais me arrancou risadas ao longo da temporada, e dentro de um programa de entretenimento acho que isso é bem relevante, né?

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Boa sorte a todas essas lindezas de meninas!
Por aqui eu me despeço do Big Brother, porque eu realmente não gosto muito de assistir televisão e me tornar refém de dias e horários fixos para acompanhar a programação, e porque como eu disse ali em cima, assistir o BBB foi uma insanidade da minha parte (insanidade que me divertiu e me entreteve muito nessa quarentena). Foi literalmente meu guilty pleasure, mas acabou e eu já estou retomando minhas faculdades mentais, eu prometo! Hahahahaha!

Adeus Big Brother, obrigada!

Boa semana a todos e até quarta-feira.